sábado, fevereiro 28, 2009

Aline

E tinha a Aline, que era o meu caso mais incompreensível. Não porque eu não a entendesse, era mais por mim mesmo - eu não entendia porque gostava dela.

Aline era a melhor amiga da Carol, de quem eu platonicamente gostei até a 8° série, lembra da Carol? Então. Elas eram melhores amigas, e a Carol contava as coisas pra Aline, claro, porque dava pra perceber que ela sabia muito de mim durante as nossas conversas.

Um dia qualquer, ali na fila da cantina, ela começou a conversar comigo do nada, e enquanto eu pedia minha Coca, ela entrelaçou o braço no meu, e ficou assim durante quase todo o intervalo. No começo eu fiquei meio sem graça, porque a Aline era muito diferente de mim. Além disso ela tinha seios grandes e só andava com uns caras mais velhos, e o seio esquerdo dela roçava no meu braço e a sensação era muito boa. Ela sempre vinha com beijinhos e abraços, e dizia pro vento ouvir que adorava meu cheiro.

A Carol, claro, enciumou, e eu fiquei sem entender bulhufas. Disse pra ela não confundir alhos com bugalhos, que ciúme é coisa pequena e a amizade vale mais. Aí a Carol me falou que não era isso. Não era ciúme de amiga, era ciúme de namorada.

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Namorei Carol por 3 meses, que foi logo antes do meu pai ser transferido e eu ter que ir embora com ele.

Esses dias eu entendi porque gostava tanto da Aline. Não fosse ela, talvez a Carol nunca deixasse de me ver com olhos de amiga e passasse a me ver com olhos de namorada.

5 comentários:

Larissa Santiago disse...

pai do filho do espirito santoo!!
:P

[nada a ver tchau]

jessica disse...

que carinho

lalai disse...

há. muito bom. mal... mas bom. ;D

alfaia disse...

velho?

cara, fiquei meio confuso agora.
¬¬

Anônimo disse...

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